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Notícias
Automobilismo: Encontro de Chevettes agita noite de sexta-feira no Racha Tarumã
Automobilismo
Qui, 20 de Julho de 2017 13:53

Evento tem pista liberada para todos carros inscritos e Show das Cadeiras Elétricas

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Os apaixonados por velocidade têm um encontro marcado na sexta-feira (21.07),no Autódromo de Tarumã, em Viamão (RS).O Racha Tarumã da semana promove um encontro de Chevettes, com entrada gratuita para os motoristas destes veículos. A pista será liberada para todos os carros inscritos. A noite também terá a atração do tradicional Show das Cadeiras Elétricas, com as manobras dos pilotos Márcio Pimentel e Valter Marquetti. O ingresso custa R$ 20,00 e pode ser adquirido nas bilheterias do autódromo. Mais informações podem ser obtidas através do site rachataruma.com.br ou pelo telefone (51) 3485 1510.


Encontro de Chevettes

Local: Autódromo de Tarumã, em Viamão

Data: Sexta-feira, dia 21 de julho, às 21h

Ingresso: R$ 20,00



Texto: PlayPress Assesoria e Conteúdo

Foto: Dudu Leal

 
Esportes Paralímpicos: André Rocha conquista ouro no Mundial de Atletismo de Londres
Esportes Paralímpicos
Qua, 19 de Julho de 2017 15:06
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André Rocha conquistou nesta terça-feira (18.07) a medalha de ouro no Mundial de Atletismo Paralímpico de Londres. O paulista de Taubaté foi o vencedor do lançamento de disco F52 - a quinta conquista dourada do Brasil em cinco dias de competição, disputada no Estádio Olímpico. O Brasil soma até aqui dez medalhas, cinco das quais de ouro, duas de prata e três de bronze. O evento se estenderá até domingo (23.07).


O brasileiro sagrou-se campeão ao atingir a marca de 23,80m em sua quarta tentativa - novo recorde mundial da prova. Até a metade da disputa, ele estava atrás do letão Aigars Apinis, que terminou com 21,95m. O bronze foi para o croata Velimir Sandor, que finalizou sua participação com 17,95m.


André coroa, desta maneira, o melhor ano de sua carreira. No mês passado, ele já havia estabelecido a melhor marca mundial no lançamento do disco, com os 23,24m conseguidos no Grand Prix do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês) de Berlim, na Alemanha.


"As pessoas não fazem ideia do que esse título significa para mim. Para quem chegou até a cogitar abandonar o esporte ou até ir para outra modalidade, alcançar algo como esse ouro não tem preço. Foi muita luta, suor e fé em Deus. Tenho de agradecer à minha família, treinador... Muita gente que me apoia e que acredita no meu trabalho. Estou muito, muito feliz", afirmou, emocionado, André, que era policial militar e, em uma perseguição no final de 2005, caiu de um muro e sofreu uma lesão na coluna.


Izabela Campos também subiu ao pódio nesta manhã. A mineira de Belo Horizonte voltou a conquistar a medalha de bronze no lançamento de disco F11 (cego total) - a exemplo do que já havia feito há dois anos, no Mundial de Doha (Catar), e no ano passado, nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016. Ela subiu ao pódio com a marca de 31,83m - a sua melhor na temporada. Aos 36 anos, ela ficou atrás apenas das chinesas Liangmin Zhang (35,11m) e Hongxia Tang (33,63m).


"Este resultado é fruto de um trabalho que começou antes dos Jogos do Rio 2016. Foi uma prova em que nem eu e nem minhas adversárias fizeram as melhores marcas, mas estou bastante satisfeita com o resultado",
disse a atleta, que teve sarampo aos 6 anos e perdeu a visão progressivamente até ficar completamente cega aos 18.


Além dela, competiu nesta manhã Petrúcio Ferreira. Nos 400m T47 (para amputados de braço), o paraibano passou à final com o quarto melhor tempo (51s55) - a final será nesta quarta-feira, 19. Já a paraense Jhulia Santos foi outra a classificar-se para a briga por medalhas, mas nos 100m T11 (cegos totais). Ela registrou o tempo de 12s80 - a segunda mais rápida da eliminatória. Ariosvaldo Fernandes, o Parré, avançou nos 400m T53 (cadeirantes), com a marca de 51,65m. Emerson dos Santos, por fim, foi 12º no arremesso de peso F46, com 11,19m.

Esta é a oitava edição do Mundial de Atletismo Paralímpico. Cerca de 1.300 atletas de 100 países disputam as 213 medalhas, todas no Estádio Olímpico de Londres. Em 2015, em Doha, no Catar, o Brasil ficou com a sétima colocação no quadro geral de medalhas do evento. Foram oito medalhas de ouro, 14 de prata e mais 13 de bronze.



Texto:
Comitê Paralímpico Brasileiro (CBP)

Foto: Márcio Rodrigues/CPB/MPIX

 
Natação: Ana Marcela conquista mais um bronze no Mundial dos Esportes Aquáticos
Natação
Qua, 19 de Julho de 2017 14:21
Na batida de mão, a nadadora ficou em terceiro nas Maratonas Aquáticas
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Medalha número 12 e contando. O Brasil conquistou sua 12ª medalha nas maratonas aquáticas na história do Mundial dos Esportes Aquáticos da FINA, com o bronze de Ana Marcela Cunha nos 5km (59m11s40), na madrugada brasileira desta quarta-feira (19.07). Ela ainda não caiu na água no lago Balaton para sair sem medalha neste Mundial. No primeiro dia de provas também foi bronze nos 10km.


Depois de um breve momento de suspense, ficou evidente que o pódio era dela e agora sem empate. A brasileira venceu na batida de mão a holandesa campeã nos Jogos Olímpicos do Rio 2016, Sharon van Rouwendaal. O ouro ficou com a americana Ashley Twichell (59m07s00) e a prata com a francesa Aurelie Muller (59m10s50).


"Eu sabia que os 10 (km) tinham muito mais concorrência porque é uma prova olímpica. Nos cinco tem um pouco menos de gente e sabia que tinha um pouco mais de chance. Quando saiu a medalha nos 10 eu vim pra essa um pouco mais confiante de que eu podia fazer uma boa prova também. Nadei completamente diferente hoje do que estou acostumada a nadar. Foi bem legal. Gostei. Geralmente eu sempre nado na frente e vou junto com as meninas e desde a largada comecei atrás, bem mais tranquila no começo. Olhei muito a prova masculina de ontem e vi o Ferry (holandês Ferry Weertman, vencedor dos 10km e campeão olímpico no ano passado). Fiz a primeira volta bem tranquila e fui atacando, melhorando"
, disse Ana, que também estará na prova de revezamento amanhã, quinta-feira (20.07), e na disputa de 25 km na sexta (21.07).


A chegada fez toda a diferença entre estar ou não no pódio nas duas medalhas brasileiras. Este fundamento tem sido treinado com mais detalhes e já está dando resultados.


"Hoje treinei a chegada. No aquecimento treinei. Dei três braçadas fortes pra chegar no final. Se eu não tivesse feito isso não sei como teria sido a chegada agora. Depois dos Jogos Olímpicos e o que aconteceu lá (terminou em 10º), eu fiquei meio que de lado. As meninas me esqueceram um pouco. Na prova dos 10km eu não tinha muita marcação. Só no final que fiquei encaixotada com as duas italianas. Fiquei lá no fundo e não sabia o que as meninas estavam pensando, se estavam pensando se eu ia chegar ou não. Eu estava preocupada se a Samantha (A equatoriana Samantha Avelo, prata nos 10km) ia vir porque ela teve um final muito forte na prova dos 10. Na hora que eu vi que ela não estava no pelotão, eu pensei que estava no caminho certo. Tive uma estratégia melhor nessa prova. Você olha pro lado e vê a atual campeã dos 10km, que venceu anteontem, e a campeã olímpica é uma inspiração a mais
", disse.


O técnico Fernando Possenti também comentou sobre a estratégia de prova para faturar mais uma medalha mundial.


"A gente tinha montado uma estratégia e ela fez tudo direitinho.  O que a gente não contava pra tentar brigar pelo ouro é que a francesa ficasse tão acomodada em deixar a americana ir. Se a francesa tivesse ido junto as quatro teriam ido juntas também, e quem tivesse o melhor final venceria. Seria uma prova menos definida. A questão da estratégia ela fez certo. Nadou a primeira volta muito tranquila, com um nado bem alongado. Lá atrás no pelotão. Quando fechou a primeira volta ela já se posicionou mais para o lado de dentro, mais para frente e aumentou o ritmo no mesmo momento em que as meninas aumentara, que foi na metade da segunda volta. E aí separou o primeiro pelotão, que era o que a gente imaginava. A gente só não imaginou que quando a americana fosse pra frente a francesa fosse deixar, mas de resto ela cumpriu a estratégia. Foi tudo combinado para chegar mais inteira, pra não ter tanto contato e crescer na hora que tivesse que crescer", concluiu Possenti.


Betina Lorscheitter chegou em 20º, em 1h01m14s1,


"Fiz uma estratégia de passar a primeira volta mais fraco e acelerar na segunda. Eu queria melhorar minha colocação de Kazan, que foi 15º, mas essa prova estava bem mais forte que o Mundial passado. A gente sempre quer mais. Mas não foi ruim ficar entre os 20. Eu senti a pancada na hora e depois não senti mais. Quando eu cheguei e tirei o óculos foi que vi que machucou mesmo", disse.


O próximo desafio  será a prova de revezamento de 5km, nesta quinta-feira, 20/07. A disputa será diferente das outras vezes, quando o time era formado por três atletas. Agora a equipe se assemelha às das piscinas, com quatro nadadores e trocas.


"Não sei o que esperar desse revezamento. A gente nunca teve esse tipo de prova. Não sabemos como as equipes vão estar montadas. Se serão dois homens e duas mulheres, intercalado... Não sabemos. Já nos 25km a prova estará mais forte. O nível técnico vai ser mais forte e ela não vai ter moleza não. Vai ser emocionante igual as outras", explicou o técnico Possenti.


17º Mundial dos Esportes Aquáticos de Budapeste - Maratonas Aquáticas – Resultados


5km feminino

3º Ana Marcela Cunha

20º Betina Lorscheistter


10km masculino

19º Fernando Ponte

29º Allan do carmo


10km feminino

3º Ana Marcela Cunha

12º Viviane Jungblut


5km Masculino

5º Fernando Ponte

40º Victor Colonese


Programação


Quinta-feira - 20/7

Prova por equipe - Revezamento - 5km - Brasil


Sexta-feira - 21/7

25 km - Masculino e Feminino - Brasil



Texto: Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA)

Foto: Satiro Sodré/SSPress/CBDA

 
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Página 3 de 2009

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