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O que vem por aí no Beisebol e no Softbol Paulista 2019?

O que vem por aí no Beisebol e no Softbol Paulista 2019?
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Em uma conversa franca com o Casal Travinha, o presidente da Federação Paulista de Beisebol e Sofbol (FPBS) analisa 2018 e fala do que pretende promover em 2019

2018 foi um ano especial para o beisebol paulista. No ano que passou, a imigração japonesa completou 110 anos no Brasil. A data, além de com outras atividades, foi celebrada com a vinda de um time universitário japonês para o Brasil. A Waseda Tour passou por cidades de São Paulo e do Paraná. E todos os jogos tiveram transmissão ao vivo online. Em uma parceria entre a FPBS e o Travinha Esportes.

E o que será que vem em 2019 para o beisebol paulista? O que faltou fazer em 2018 que pode ser feito na nova temporada? Para responder a essas perguntas, o Casal Travinha conversou com o presidente da Federação Paulista de Beisebol e Sofbol, Marcio Maeda.

Confira!

CASAL TRAVINHA – Como avalias o ano de 2018 para o Beisebol e o Softbol Paulista?

MARCIO MAEDA – Na minha opinião, 2018 foi um ano bom para o beisebol e para o softbol. Não tanto em resultado para o beisebol , porque acabou não conseguindo ser campeão sul-americano. Mas acredito que a gente teve um aumento do nível técnico do beisebol e do softbol. As meninas do softbol tiveram resultados expressivos em praticamente todas as categorias de campeonatos internacionais. E teve a Waseda Tour que foi muito importante por ter esse intercâmbio de jogadores.

Também tivemos no final do ano a visita de uma equipe japonesa de uma liga semiprofissional. Muitos desse pessoal que veio acabou até jogando a Taça Brasil por alguns times. Então, de uma maneira geral, foi positivo. Apesar de eu achar que sempre dá para fazer mais.

 

CASAL TRAVINHA – 2018 foi um ano especial por celebrar os 110 anos da imigração japonesa e com ela a Waseda Tour. O que podes destacar desse evento em especial?

MARCIO – Destaque especial foi rodar o interior. E, muito mais do que rodar o interior, poder transmitir todos os jogos. A Federação fez um mega esforço para conseguir fazer essa transmissão. Porque se não fosse a Federação Paulista de Beisebol e de Softbol não teria a transmissão. Inclusive os jogos que ocorreram no Paraná, que não tem nada a ver com a FPBS, a gente fez esse esforço e transmitiu também junto com o Travinha Esportes.

 

CASAL TRAVINHA – Quando assumiste a FPBS, no final de 2017, destacaste algumas metas a serem realizadas. O que acreditas já teres desenvolvido? O que é preciso ainda trabalhar mais?
Lembrando: “seis grandes grupos englobam os projetos que ele tem a realizar à frente da Federação: Revitalizar e desenvolver o Beisebol e o Softbol no estado de São Paulo; Reestruturar os campeonatos e calendários da Federação; Desenvolver, fortificar e valorizar a marca “Beisebol e Softbol”; Atrair novos praticantes, enfatizando as categorias de base; Dar espaço para ligas amadoras e universitárias; e Manter uma organização Administrativa e Transparência.”

MARCIO – Eu sou uma pessoa meio crítica. Particularmente eu acho que desenvolvi pouco. Eu queria ter feito muito mais do que fiz. Eu assumo a responsabilidade. Não consegui fazer as coisas do jeito que eu queria. Pretendo para esse ano continuar com essas metas, continuar com esses grandes grupos e trabalhar em cima disso.

O que a gente conseguiu desenvolver um pouco foi o caso de “Revitalizar e desenvolver o Beisebol” no estado de São Paulo. Com as transmissões do Waseda a gente conseguiu mostrar um pouquinho do interior de São Paulo e fazer alguns laços.

Reestruturar os campeonatos – O Campeonato Paulista está sempre sendo reestruturado. Todo ano ele está tendo uma novidade, uma mudança no calendário, na fórmula de disputa. Para chegar em uma receita que seja ideal para os próximos anos. Mas os campeonatos de categorias de base continuam mais ou menos do mesmo jeito. A gente fica meio bloqueado com as categorias de base porque não pode bater com o calendário da CBBS.
Atrair participantes – Indiretamente com melhor divulgação, melhor transmissão, popularização, acabou tendo um bom resultado.

Manter uma organização Administrativa e Transparência – A gente tem essa transparência. A gente tem nosso canal no facebook. Infelizmente a gente está com o site ainda em manutenção por falta de verba. Estamos reestruturando o site para poder divulgar mais informações. Mas acredito que para esse primeiro semestre de 2019 eu já consiga sanar esse problema.

Eu também assumo a responsabilidade de que não fiz quase nada pelo o softbol. Fiz muita pouca coisa. A ideia é dar uma acelerada nessa área. Ao pessoal do softbol que trabalha bastante, só posso pedir desculpas, abaixar a cabeça e dar um upgrade em 2019. Tudo que a gente vem fazendo pelo beisebol a gente pretende fazer pelo softbol. E ajudar o softbol a crescer.

Temos os prós e os contras. A gente está tentando fazer o melhor possível com as nossas ferramentas. Fico até angustiado de não conseguir fazer todo o que quero, mas é bola pra frente!

CASAL TRAVINHA – Nessa linha, o que podemos esperar para 2019? Há novidades previstas? Novos projetos?

MARCIO – A gente vai dar uma aceleração nos projetos agora que tem mais gente ajudando a gente. Com a entrada do Henrique, da Érica e da Sayuri está dando para dividir o serviço. Além da Cris que sempre deu muita força. E a gente vai conseguir fazer as coisas do jeito que espero que elas aconteçam.

 

CASAL TRAVINHA – E como está a preparação para o Campeonato Paulista de Beisebol 2019? Alguma mudança com relação aos anos anteriores?

MARCIO – A preparação a gente está fazendo desde o final do ano passado. E a gente está na dependência porque algumas equipes pediram para serem incluídas. Estamos pensando em três modelos de campeonatos, mas não podemos divulgar porque depende muito do número de inscritos.

 

Casal Travinha promete ficar de olho nas novidades do beisebol e do softbol em São Paulo. Acompanhe!

 

 

Reportagem e texto: Nathi Travinha
Foto: Celso Nagata/ Arquivo

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