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Da Nova Zelândia para o Brasil: Haka Brazil School divulga e ensina a ancestral dança maori

Da Nova Zelândia para o Brasil: Haka Brazil School divulga e ensina a ancestral dança maori
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Jogadores de rugby da Nova Zelândia apresentam Haka antes dos jogos

Se você já assistiu a algum jogo de rugby dos All Blacks, seleção de rugby multicampeã da Nova Zelândia, já viu a coreografia que os atletas fazem antes de começar um jogo. Os movimentos funcionam como uma espécie de saudação e intimidação ao adversário. Essa dança, ancestral e de expressão cultural do povo Māori, é o Haka. Praticada também em eventos sociais – como formatura, recepção e casamentos –  ele é uma demonstração de boas vindas, de despedida, de bênçãos aos noivos.

Pois essa expressão cultural agora pode ser aprendida no Brasil. A Haka Brazil School, fundada em 2017 por Mukto em São Paulo tem, entre os objetivos, divulgar a cultura maori da Nova Zelândia. A HBS é a primeira escola de treinamento de Haka do Brasil. A intenção maior é disseminar o Haka no país.

 

Valores

Conforme o fundador da escola, o Haka Leader Mukto, tudo começou em 2016. No ano, ele codificou a arte escrevendo os hinos, entendendo o ritmo e treinando sozinho as ações (coreografia).

“Em 2017 comecei a publicar o assunto nas redes e os amigos foram se aproximando. Foi marcante um workshop em que participei e o instrutor, sabendo que eu já estava treinando, me deu a oportunidade de ensinar os homens do grupo”, explica.

Mukto conta que descobriu a dança pela internet, assistindo aos vídeos do All Blacks e aos famosos vídeos de casamento, eventos sociais, jogos, formatura, funeral.

Para ele, o Haka ensina muito mais do que a dança. Para Mukto, o que mais encanta no Haka é “a força que pode ser desenvolvida, a autoconfiança, o espírito de equipe, a liderança”.

 Valores do haka

Haka Brazil School

Com oito integrantes, além do leader e da gestora artística, a ideia do grupo é crescer. E não só em São Paulo mas em todo o Brasil. E a dança pode ser praticada por homens, mulheres, crianças e terceira idade.

“Aqui é importante dizer que o interesse da escola é formar outros Haka Leaders de outras cidades para que possamos ter equipes locais treinadas para apresentação em empresas, eventos etc. Daí só eu e a Mônica viajamos para compor a equipe. Isso torna o orçamento mais barato”, analisa Mukto.

Campanha para disseminar o Haka no Brasil

A HBS está em campanha para trazer para o Brasil o mestre Kane Harnett-Mutu. Kane é maori residente em Copenhage/DK há 19 anos e que conduz vários trabalhos com Haka na Escandinávia. A intenção é promover workshop de Haka e assim formar novos leaders e divulgar o Haka no país.

Para tanto, a escola está arrecadando verba por meio de uma vaquinha online. A arrecadação vai até o dia 15 de julho.

 

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Texto: Nathália Ely/Travinha Esportes
Foto: Fernanda Groppo

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