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Hipismo

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Histórico

A estréia paralímpica do hipismo foi nos Jogos de Nova Iorque, em 1984. Três anos depois foi realizado o primeiro Mundial, na Suécia. Mas a modalidade precisava se desenvolver quantitativamente ainda, e só voltou ao programa oficial na Paralimpíada de Sydney (2000). A única disciplina do Hipismo do Programa Paralímpico é o Adestramento.

Em março de 2002, nasceu o hipismo paralímpico nacional a partir de um curso promovido pela Confederação Brasileira de Hipismo (CBH). Recentemente ocorreram as primeiras provas-treino, com a participação de competidores do Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo.

Em julho de 2003 teve o primeiro Campeonato Brasileiro, em Ibiúna. Participaram nove atletas dos três estados pioneiros na modalidade. Em agosto Ibiúna sediou a Primeira Copa Sul-americana. No mesmo ano, os cavaleiros Natalie Goutglass e Daniel Loeb participaram pela primeira vez de uma competição paralímpica internacional, o Mundial de Moorsele, na Bélgica. Ainda em 2003, no Parapan de Mar del Plata, Marcos Fernandes Alves (o Joca) garantiu a primeira vaga do País numa Paralimpíada com duas medalhas de ouro, uma no estilo livre e outra na prova individual. Nos Jogos de Atenas (2004), o Brasil fez uma boa participação com o cavaleiro Marcos Fernandes Alves. Em Pequim (2008), pela primeira vez o Brasil competiu com uma equipe completa nas paralimpíadas, contando com a presença de Sérgio Oliva, campeão da modalidade.

 

 

As regras

O hipismo paralímpico é praticado por atletas com vários tipos de deficiência, em cerca de 40 países. A competição de Hipismo é mistas, ou seja, cavaleiros e amazonas competem juntos nas mesmas provas. Outra característica da modalidade é que não só os competidores recebem medalhas, mas os cavalos também. No Brasil, o hipismo é organizado pela Confederação Brasileira de Hipismo (CBH).

 

 

Classificação

As habilidades funcionais de cada cavaleiro definem o enquadramento em uma das quatro classificações:

Classe I: Predominantemente cadeirantes com pouco equilíbrio do tronco e/ou debilitação de funções em todos os quatro membros ou nenhum equilíbrio do tronco e bom funcionamento dos membros superiores.

Classe II: Predominantemente cadeirantes ou aqueles com severa debilitação envolvendo o tronco e de leve a bom equilíbrio do tronco ou severa debilitação unilateral.

Classe III: Predominantemente capaz de caminhar sem suporte, com moderada debilitação unilateral. Podem requerer o uso de cadeira de rodas para longas distâncias ou devido à pouca força. Atletas que têm total perda de vista em ambos olhos.

Classe IV: Debilitação de um ou mais membros ou algum grau de deficiência visual.

 

 

FONTES E TEXTOS:

– SITE: Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) – http://www.cpb.org.br

– SITE: Comitê Paralímpico Internacional (IPC) – http://www.paralympic.org

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